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Consultoria

Considerando a reforma trabalhista que veio penalizar o reclamante que pleiteia verbas que não faz jus, pode ou não pleitear direitos, como o vale transporte de todo o vínculo, nesse caso mais de 9 anos? Em regra, antes da reforma os advogados pleiteavam direitos que já se sabia prescrito, levando-se em conta que a prescrição é relativa, não absoluta e, nesse caso, na ausência de impugnação específica, o juiz tinha o dever de conceder o pedido. Sendo assim o advogado arriscava pedir na tentativa de ganhar por omissão da defesa. Hoje, se pedir e não conceder porque prescrito há algum prejuízo para o reclamante (custas, honorários...)? Não convém pedir?
Funcionários de uma cidade vizinha, há ônibus de linha intermunicipal. Para evitar atrasos fornecemos ônibus fretado, não descontamos nada do funcionário e ainda pagamos 11 horas in-itinere (que ao meu entender não deveria ser pago). Pergunta-se: 1) Quero passar a descontar transporte do funcionários, posso descontar se não ultrapassar o limite de 6% do salário base dele? 2) Quero parar de pagar as horas in-itinere, posso embutir isso no salário dele e parar de pagar? 3) No caso do transporte, também tenho que incluir no salário dele para poder descontar depois? 4) Como fica a situação dos funcionários que não utilizam o transporte? Eles precisam ter esse "reajuste" também? (ou seja, valor do transporte + horas in-itinere)? 5) Se positivas as respostas, anoto na carteira de trabalho?
Em relação a trabalho rural, qual a distancia deverá ser observada para fornecimento ou não de vale transporte, em caso de divergência entre o empregador e empregado qual a regra a seguir?